Sentindo na pele
| Recentemente li uma matéria afirmando que a dor emocional dura mais que a dor física. Psicólogos fizeram uma pesquisa onde os voluntários que participaram foram estimulados a relembrar dores físicas e emocionais que vivenciaram nos últimos anos, seguido de um teste mental em que quanto mais dolorosa fosse a lembrança pior seria o desempenho. De acordo com o resultado, as lembranças de dores emocionais eram muito mais presentes que as outras, ou seja, experiências emocionalmente dolorosas sobrevivem mais tempo na memória do que a dor física. Eles ainda afirmam que é muito mais difícil recordarem de lesões, machucados ou dores no corpo do que se lembrar de um sofrimento “social”. Cientificamente falando, a evolução do córtex cerebral, que processa pensamentos complexos, além da percepção e linguagem, que possibilitaria a atual capacidade que os humanos têm de se adaptar, de se relacionar e de responder à dor associada a interações sociais. É possível também que o sofrimento emocional seja processado em uma parte diferente do cérebro da que processa a dor física, e que, por isso, a duração da dor seja outra. A pesquisa foi feita na Universidade Purdue, em Indiana, Estados Unidos. O que você pensa sobre a pesquisa? De sua opinião. |
















